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Obesidade na atualidade

No Brasil, cerca de metade da população adulta está acima do peso, sobrepeso ou obesidade, e um terço das crianças também. Até na China, país que sempre foi magro, há hoje um terço da população com sobrepeso. Isso se deve a mais disponibilidade de comida para todos, mais sedentarismo e hábitos alimentares ruins.

O sobrepeso e a obesidade têm implicações sociais e psicológicas também, não só físicas. Quem está fora do peso e, por conseguinte, fora de moda, é alvo de piadas, bullying, de discriminação, isolamento social, conflitos conjugais, divórcio, etc. Depressão, suicídio, ansiedade e fobia social são consequências óbvias desses fatos.

O que fazer contra a obesidade? Como resolver um problema que já é crônico e afeta grande parte da população do mundo?

Em primeiro lugar, educação das crianças, em casa e na escola. As crianças que aprendem a comer bem, dificilmente serão adultos obesos.

Em segundo lugar, leis severas que obriguem as empresas a especificar claramente o número de calorias dos produtos que vendem, com as respectivas advertências.

Em terceiro lugar, campanhas de esclarecimento em toda a mídia, contínuas, particularmente pela televisão, pelo rádio e pela internet, promovidas pelo Estado e pela iniciativa privada.

Um país obeso é um país doente. A obesidade não pode ser encarada como uma variação do normal ou como um indicador de riqueza pessoal, familiar ou social. Obesidade é doença séria, que pode ser evitada e tratada.

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