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O Coronavírus e o paciente oncológico cuidados especiais

A pessoa com câncer é mais propensa a desenvolver sintomas graves caso seja contaminada pelo novo coronavírus (Covid-19), classificado pela Organização Mundial da Saúde, como pandemia. Por isso, o deve-se  tomar medidas duras, temporariamente, para reduzir a velocidade de propagação do vírus protegendo sim nossos entes queridos que estão debilitados ao tratamento.

A situação requer atenção – no entanto, o mais importante é não interromper o tratamento

A manutenção do tratamento oncológico é fundamental para o sucesso terapêutico.

“O Coronavírus é mais um item que o paciente deve considerar em sua rotina de precauções, que já é muito criteriosa para quem trata o câncer”, afirma o Dr. Victor Piana, Superintendente Executivo de Operações e Diretor Médico do A.C.Camargo Cancer Center.

“Entre elas, ele deve lavar as mãos frequentemente, restringir as visitas e evitar um contato físico com pessoas com algum problema de saúde, como gripes”, explica o especialista.

O paciente oncológico sofre com o efeito imunossupressor de alguns tratamentos. Durante a quimioterapia ou a radioterapia, por exemplo, a imunidade fica mais baixa.

“E, se tiver febre, sintomas respiratórios, especialmente falta de ar e cansaço, o paciente deve procurar o pronto socorro, algo que ele já faria mesmo sem a pandemia do Coronavírus”, complementa o Dr. Victor Piana.

Não parar o tratamento

Quando o paciente imunossuprimido desenvolve o Coronavírus, ele pode ficar mais vulnerável.

Uma coisa, porém, é certa. “Um paciente com câncer não deve interromper seu tratamento oncológico”, acrescenta o Dr. Victor Piana.

Cuidados importantes

Outras orientações relevantes para o paciente oncológico evitar:

– Aglomerações e ambientes fechados;
– O cumprimento com apertos de mão, beijos e abraços, mesmo nos médicos e outros profissionais de saúde
– Visitas desnecessárias;
– Acompanhantes que apresentem sintomas de gripe ou suspeita de Coronavírus – é importante que seja apenas um acompanhante.

O INCA recomenda que pessoas com mais de 60 anos, por comporem a faixa etária mais sujeita a apresentar sintomas graves causados pelo coronavírus,  e crianças evitem fazer visitas aos pacientes internados. Há ainda a forte recomendação para que os acompanhantes sejam adultos com menos de 60 anos que não apresentem sinais da doença (os mais comuns são febre, cansaço e tosse seca; mas há casos de dores no corpo, coriza, congestão nasal, dor de garganta, diarreia e dificuldade para respirar).

Da mesma forma, as atividades de voluntariado dentro das unidades hospitalares devem ser restritas.

Preventivamente, é importante seguir as recomendações do Ministério da Saúde. As principais são: lavar as mãos com água e sabão, na sua ausência, usar álcool em gel; cobrir nariz e boca com lenço ao tossir ou espirrar – quem  não o tiver, deve usar o antebraço como barreira, e não as mãos, para evitar tocar em locais que possam contaminar outras pessoas; evitar aglomerações; manter os ambientes bem ventilados; e não compartilhar objetos pessoais.

Fonte:Hospital Ac Camargo

Instituto Nacional de Câncer

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Quando o paciente imunossuprimido desenvolve o Coronavírus, ele pode ficar mais vulnerável. Uma coisa, porém, é certa. “Um paciente com câncer não deve interromper seu tratamento oncológico”, acrescenta o Dr. Victor Piana.